Carregamento de programas de computador por meio de fita cassete

O vídeo abaixo demonstra o carregamento de um joguinho do MSX por meio de fita cassete. Este tipo de mídia chegou a ser utilizada antes do disquete, mas no Brasil perdurou por mais tempo em razão dos drives terem custo elevado na década de 1980. Observe a dificuldade em carregar um simples joguinho na memória …

Exato pro CCE - foto da parte de cima do gabinete

Conheça um dos micros que fizeram parte da evolução tecnológica no Brasil: Exato pro CCE

EXATO pro CCE - foto do gabinte com monitorO Exato pro foi um microcomputador brasileiro fabricado na década de 1980 pela CCE, compatível com o Apple II.

O exemplar das fotos faz parte da minha coleção e foi doado pelo colega advogado William, que também doou um Amiga 2000 para o meu acervo. Valeu brother!

Cheguei a operar esse micro na década de 1980, pois o meu pai tinha um exemplar completo em seu escritório, com drives de disquete, placas de expansão, impressora matricial etc. Com a chegada dos PCs IBM e compatíveis, tanto os micros que estavam no escritório como os que estavam em casa, todos da linha Apple II, foram doados ou descartados como lixo eletrônico, pois naquela época eu nem ao menos cogitava ficar guardando velharia :)

Saiba mais sobre o Exato pro da CCE.

 

Exato pro CCE - foto da parte de cima do gabinete

Exato pro CCE - foto da parte de cima do gabinete

Fonte: Clube Old Bits - http://www.cobit.xpg.com.br/

Fonte da imagem acima: Clube Old Bits – http://www.cobit.xpg.com.br/

Scanner 3D

Já faz algum tempo que existem scanners que digitalizam objetos em 3D e é possível encontrá-los à venda na internet. Veja o da imagem abaixo:

Scanner 3D

Scanner 3D

Os scanners convencionais digitalizam os objetos em 2D, ou seja, capturam a largura e a altura do que está sendo digitalizado, mas não a profundidade.

Scanner 2D convencional

Scanner convencional

Laser II da Milmar

Conheça um dos micros que fizeram parte da evolução tecnológica dos computadores no Brasil: Apple Laser IIc

Chegou um novo integrante da minha coleção de micros antigos: Laser IIc. Fabricado no Brasil em plena reserva de mercado, trata-se de um clone do Apple IIc, que era a versão compacta do Apple IIe.

Laser IIc da Milmar

Laser IIc da Milmar de evoltecno

Laser IIc da Milmar

Laser IIc, o clone brasileiro do Apple IIc

Diferente do original, o Laser IIc não vinha com um drive de 5 1/4″ embutido, mas é totalmente compatível. Seu nicho era dos micros portáteis e transportáveis, apesar de não ter tela. Na realidade, a Apple comercializava separadamente um monitor de 9″ para ser usado com ele.

O Laser IIc era fabricado pela empresa Milmar, como ilustra o anúncio da época:

Anúncio do Laser IIc

 

Apesar disso, nada consta no gabinete sobre a empresa Milmar. O micro apresenta a etiqueta abaixo:

Imagem da etiqueta do Laser IIc

Imagem da etiqueta do Laser IIc

Assim como o TK 3000 IIe Compact, não é possível remover sua tampa para ter acesso aos 8 slots de expansão, pois são inexistentes. O micro oferece apenas uma porta de expansão em sua traseira e uma controladora de drives interna, por meio da qual é possível a ligação de 2 drives externos, conforme imagens abaixo:

Laser IIc

Porta traseira do Laser IIc de evoltecno

Laser IIc da Milmar

Lateral do Laser IIc da Milmar de evoltecno

Sua configuração é praticamente igual ao do Apple IIe.

O detalhe fica para a alça de transporte:

Laser II da Milmar

Alça de transporte do Laser II da Milmar de evoltecno

O Apple IIc foi lançado em 1984, mas o seu clone brasileiro ganhou vida somente em 1988.

As fotos acima foram feitas do meu micro, por sinal muito bem conservado.

A história da evolucão tecnológica dos computadores continua em próximo post!

Abraços,

Rodrigo Marcos Antonio Rodrigues

Empresa lança versão modificada do Commodore 64 com processador de última geração

O Commodore 64 foi um dos micros de 8 bits mais vendidos no mundo. Estima-se que foram vendidas 30 milhões de unidades durante o seu período de produção, que iniciou em 1982 e terminou em 1993 (Old-computers.com).

A exemplo do Apple II, tinha um processador que não chegava a 2 Mhz de velocidade, 64 Kb RAM (média da memória na época), gravador de fita cassete e drive de disquete, esses últimos dois eram acessórios opcionais.

Focando os amantes desse micro de sucesso, a Commodore lançou duas novas versões do 64 com hardware consoante às novas tecnologias, mas manteve o mesmo shape da versão clássica. As versões são: C64x Ultimate com processador Atom 525 Dual Core e C64x Extreme com a segunda geração do processador Intel Sandybridge Core i7.

O micro vem equipado com gravadora de CD/DVD, múltiplos leitores de cartão de memória flash, portas USB, 4 GB DDR2 na versão mais simples e 8 GB DDR3 na versão mais avançada, podendo ser conectado em televisores e aparelhos de som de alta definição.

As últimas versões do WIndows podem ser instaladas sem problemas, mas como num passe de mágica, o micro alterna para o ambiente clássico do 64, ideal para os amantes desse micro reviverem os jogos clássicos que marcam época.

Imagens do novo Commodore 64:

Novo Commodore 64

Novo Commodore 64

 

Site oficial: http://www.commodoreusa.net/CUSA_C64.aspx

Abraços,

Rodrigo Marcos Antonio Rodrigues

Migrei para o iPhone 4G

Finalmente, deixei que a Apple me seduzisse novamente e migrei para o iPhone 4G.

Bem que tentei permanecer fiel aos celulares da Nokia, meu último foi um N95 8GB Black Edition, mas a empresa finlandesa não conseguiu lançar aparelho que chegasse aos pés do novo conceito de smartphone introduzido pela Apple.

Naveguei no iOS do iPhone pela primeira vez entre o final do ano de 2007 e inicio de 2008, não me recordo c/ exatidão, tinha acabado de comprar meu N95. Nunca tinha visto algo parecido, o iPhone ainda não estava sendo comercializado pelas operadoras brazucas ….

Meu amiguinho veio no momento certo e já está lotado de aplicativos, funcionando até mesmo como roteador de internet, já não sinto mais falta dos meus Nokias c/ teclado …

Estou publicando este post por meio do WordPress instalado nele.

Adeus Symbian …

Rodrigo Marcos A. Rodrigues